O toque insistente do celular quebrou o silêncio confortável do quarto.
Thomas abriu os olhos primeiro.
Sofia ainda dormia, o corpo enroscado no peito dele, quente e rendida, como se o mundo lá fora não existisse.
Ele pegou o celular na mesa de cabeceira.
— Fala. — a voz rouca de sono, mas firme.
Sofia só sentiu o movimento dele se levantar.
O ar frio da manhã tomou o lugar onde o corpo dele estava segundos antes.
Era um colega da delegacia.
O dever chamava.
Thomas vestiu a