Mundo de ficçãoIniciar sessãoEle passou o braço pelas minhas costas e me guiou até o carro, abrindo a porta com aquele gesto automático.
Lorenzo deu a volta, sentou-se ao volante e tocou no painel com cuidado, acendendo apenas a luz interna. Um tom âmbar suave se espalhou pelo espaço, deixando tudo mais íntimo, mais nosso. — Deita o banco — disse, baixo, sem tirar os olhos de mim. — O quê? — perguntei, rindo de leve, desconfiada. Ele inclinou a cabeça, aquele meio sorriso aparecend






