A porta do quarto se abriu com um clique suave, e a Lis entrou carregando uma bolsa de lona grande, como se estivesse apenas trazendo roupas limpas e o meu notebook.
— Consegui — ela sussurrou, fechando a porta e dando uma última espiada no corredor. — Ninguém me parou. Acho que a família do Lorenzo está ocupada demais com os advogados e a imprensa lá embaixo.
Ela abriu a bolsa e tirou duas caixinhas. Uma simples, e outra mais sofisticada, daqueles testes digitais que prometem precisão absoluta