Adam Bennett não esperava nada daquele café além de um lugar para respirar depois de uma sequência interminável de reuniões. Entrou acompanhado de alguns investidores, discutindo projeções e contratos, a mente presa no trabalho como quase sempre nos últimos anos. Ele caminhava à frente do grupo, focado, profissional, com a expressão neutra que aprendera a usar como armadura. E então, sem aviso algum, ergueu os olhos. E a viu. Não podia ser ela, não aqui, não agora. Mas era, Camille. Sentada per