Raul
Teodora se aproxima, seus olhos carregados de uma sabedoria que às vezes me irrita, mas que, no fundo, admiro.
— Rafael precisa de ajuda. Está claro que seu irmão é um alcoólatra.
Suspiro profundamente, o cansaço tomando conta.
— Sim, eu sei — admito, minha voz quebrando sob o peso das palavras. — Mas ele não quer ajuda. E eu... não sei como forçá-lo. Já falei para ele procurar o AA
Teodora se aproxima, repousando uma mão firme, porém reconfortante, em meu ombro.
— Às vezes, Raul, as pesso