Eu estava na minha sala, tentando controlar meus pensamentos que já estavam à beira do caos.
A manhã tinha sido longa, cheia de compromissos que eu mal conseguia manter, mas tudo se desfez quando meu telefone tocou.
A recepcionista avisou que havia uma mulher esperando para falar comigo.
Autorizei a entrada sem muita expectativa, mas quando ouvi a batida na porta e ela se abriu, eu quase tive um infarto.
Fernanda.
A audácia em pessoa, com aquele sorriso que só me dava nojo.
— Olá, senhorita