Acordei com o sol entrando pelas frestas das cortinas, uma luz suave e quase calorosa, que contrastava com o desconforto que me tomou ao me dar conta de onde eu estava.
O quarto ao meu redor era grande e bem decorado, tudo meticulosamente arrumado, e logo me lembrei: a casa do doutor Isaías Castellar.
O gosto amargo da noite anterior voltou à minha boca como uma onda — o encontro na pista de dança, o beijo imprudente, a bebedeira que me soltou com ele, e a forma como me trouxe até aqui, teimo