Estávamos ali, em algum lugar entre o passado e o futuro, tentando entender como lidar com o que nos restava.
Ele me fez um gesto para que sentasse, e o silêncio se estendeu por alguns minutos, quase como uma conversa silenciosa, até que ele falou, sua voz baixa, mas firme.
— Você não sabe... — ele começou, hesitante, como se quisesse encontrar as palavras certas, mas elas pareciam se perder no ar.
— Não sabe como é viver com essa dúvida constante. Esse medo... de falha