204 Passado que cura.
Ficamos ali, imersos no silêncio, enquanto o vento suave brincava entre as árvores, sussurrando palavras que não dizíamos, mas que de alguma forma compreendíamos.
O ambiente estava calmo, mas havia uma tensão palpável, como se o peso das nossas dores finalmente tivesse encontrado um espaço para descansar.
Cada um preso em seus próprios pensamentos, mergulhado nas memórias de perdas que ainda nos consumiam, mas, ao mesmo tempo, compartilhando o fardo invisível que havia sid