Eduardo
O salão estava impecável.
Cortinas de veludo negro, uma mesa de mármore no centro e cadeiras estofadas em couro escuro.
Lustres pendiam do teto como aranhas douradas, lançando uma luz suave, quase cúmplice.
Eduardo sabia que Isabela aceitaria.
A mulher podia estar machucada, mas não era burra.
E ele apostava nisso.
O celular vibrou sobre a mesa.
Mensagem de um número não identificado.
“Hoje. 21h. Você escolhe o lugar. Eu escolho como termina.”
Ele sorriu.
— Ah, meu anjo vinga