No hospital, recebo atendimento e o enfermeiro enfaixa o meu pulso, após constatar a torção.
Aguardo em um quarto, enquanto espero o médico vir e me dar alta, assim posso retornar para casa.
Escuto uma batida na porta, em seguida ela é aberta e o meu pai, Fernando, adentra o cômodo:
— Está bem agora? — ele se aproxima, ficando em pé em minha frente.
—Sim, foi apenas um susto. — sorrio fracamente. Os remédios que fui medicada estão ajudando a diminuir a dor.
— Ótimo. — ele diz aliviad