Ethan
O ar no subsolo do prédio da empresa estava gelado, impregnado com o cheiro de concreto úmido e borracha queimada, mas o calor que subiu pelo meu pescoço quando Jonas parou o carro abruptamente foi puramente raiva.
O meu prédio era o meu território.
O lugar onde eu ditava as regras, onde eu construía e protegia o meu império. Depois de semanas de um jogo sujo e exaustivo, cruzar os portões daquela garagem deveria significar um momento de trégua.
Mas a trégua não existia.
— Senhor — Jonas