Quatro dias depois, Isabella e Alexander desembarcaram no pequeno aeroporto de Jericoacoara, no Maranhão. O calor úmido do Nordeste os recebeu como um abraço forte. O céu estava de um azul impossível, e o vento carregava o cheiro de mar, coco e areia quente. Uma van da pousada os esperava para levá-los até a vila.
Isabella olhava pela janela, olhos brilhando pela primeira vez em semanas. Alexander sentava ao lado dela, quieto, respeitando o espaço. Ele havia cumprido a palavra: nada de segundas