A manhã chegou cinzenta e fria através das janelas embaçadas da casa velha. Isabella acordou encolhida no sofá, o cobertor pesado sobre o corpo, o cheiro de lenha queimada ainda impregnado no ar. A lareira havia se reduzido a brasas vermelhas, e o silêncio era quase absoluto — só o vento batendo nas árvores lá fora.
Ela se sentou devagar, os pulsos ainda doloridos das cordas da noite anterior. Dante não estava na poltrona. Por um segundo de pânico, achou que ele tivesse saído, mas então ouviu o