Às dezoito horas em ponto, Celine cruzou as portas do elevador executivo no vigésimo primeiro andar.
O corredor que levava ao escritório de Liam estava vazio, iluminado por luminárias de led embutidas no teto que projetavam uma luz fria e azulada sobre o carpete cinza-escuro.
Seus passos não faziam barulho, absorvidos pelo material espesso, e ela teve a estranha sensação de que estava caminhando sobre nuvens de cinzas — leve, mas sem direção, flutuando em direção a um destino que não controlav