Melinda
— Para com isso. — puxei a mão da boca dele.
— Estou nervoso. — mordeu meu ombro como ele sempre fazia quando estava nervoso durante toda a nossa adolescência.
— Ai, Vincenzo! — reclamei, empurrando-o e rindo.
Vincenzo estava sentado na cadeira ao lado da maca onde eu estava deitada. Minha barriga estava exposta e estávamos esperando a doutora, que tinha ido buscar uma fita métrica para medir a altura uterina.
— Você deixava eu te morder antes. — ele reclamou.
— Quando eu tinha uns 15