Ana sentia como se estivesse presa em um pesadelo do qual não conseguia acordar. O conteúdo do pesadelo era estranhamente único, eram as imagens do dia em que foi arrastada para a rua, quase se tornando vítima fatal de um acidente. Era como um filme quebrado que se repetia constantemente.
Ela lutava desesperadamente em seus sonhos, tentando se esconder, mas não conseguia escapar de jeito nenhum.
No momento em que seu corpo no sonho perdia o equilíbrio e estava prestes a cair, Ana abriu os olhos.