Devorada pela dor em seu corpo, Ana não conseguia dormir. Ela apenas fechava os olhos, suportando a agonia incessante. Aquelas duas mulheres a agrediram sem razão aparente. Claramente, isso não era um acidente. Ana sabia que tinha se mantido discreta desde que entrou ali, era impossível ter ofendido alguém.
A única explicação era que alguém havia arranjado deliberadamente pessoas para a torturar neste lugar. Luísa... O nome dela surgiu de imediato na mente de Ana. Ninguém mais seria tão mesquinh