A pessoa diante dela não era ninguém mais, ninguém menos, além de Mariana.
Ao ver Ana se aproximar, sua expressão era calma, até mesmo elegante, enquanto segurava delicadamente a xícara em suas mãos e dava um leve gole no café.
No entanto, sua postura tranquila só fazia Ana sentir sua hipocrisia.
- Afinal, todas essas coisas foram feitas por você? - Ana se aproximou, sua voz tremendo de raiva.
- Srta. Ana, você ainda precisa que eu lembre sobre suas maneiras?
Mariana colocou a xícara de lado,