O tempo passava segundo a segundo, Ana sentia-se paralisada do lado de fora, com os membros rígidos. No entanto, ela não ousava se mover, muito menos sair.
Ela tinha medo, pois, caso saísse novamente, sua mãe poderia ser roubada abruptamente, desaparecendo diante de seus olhos, assim como antes.
Sem saber por quanto tempo esperou, finalmente a porta da sala de emergência se abriu e Claudia foi trazida para fora.
- Doutor, como está minha mãe? Ela está bem? - Ana se aproximou rapidamente e seguro