Ana se encontrava imersa em pensamentos. Um tanto irritada, deu um beliscão na cintura de Leo. O homem adormecido apenas franziu a testa, sem despertar. Ao observá-lo dormindo tão profundamente, Ana não pôde deixar de revirar os olhos.
Refletindo por um momento, colocou a mão livre de Leo sobre sua barriga com delicadeza. A pele do homem ainda emanava calor, uma sensação reconfortante que a envolvia. Afinal, ele possuía uma utilidade, pois era o pai biológico do filho que crescia em seu ventre.