Quando pensava nisso, Paulo estava furioso, ao imaginar que Ana estava sendo alvo de olhares e comentários maldosos, com as palavras mais cruéis sendo usadas contra ela. Como ele sofria com essa situação!
Ela era apenas uma pobre garota, como seria capaz de aguentar uma tortura dessas? Ele precisava ir ajudá-la!
As pessoas lá fora o ignoravam, então Paulo pegou uma cadeira próxima e tentou arrombar a porta, mas ela permaneceu intacta, sem nenhum sinal de que ia se abrir.
Rafaela terminou suas ta