Eu fiquei ali, deitada na cama de Klaus, por horas, imóvel, com os olhos abertos, encarando o teto escuro. O calor da cama onde estive com ele ainda queimava minha pele, uma marca que eu não conseguiria tirar de mim, não importa o quanto eu tentasse. Meu corpo estava cansado, minhas energias drenadas, e eu me sentia... morta. Como se parte de mim tivesse sido arrancada, e eu estivesse apenas esperando a morte chegar.
Meus dedos se esfregavam contra as marcas em meu pescoço, as mordidas onde ele