O estacionamento subterrâneo estava silencioso.
Os seguranças já tinham garantido que não havia jornalistas por perto, e o eco dos passos de Dante e Lorena se misturava ao som abafado dos motores que ainda ron davam ao fundo.
Dante segurava a mão de Lorena. Firme. Quente. Como se não quisesse soltar.
Ela não reclamou. Não sentia vontade de se afastar.
Quando chegaram ao carro, Theo já estava sentado ao lado do motorista, o notebook aberto, os dedos voando sobre o teclado. A porta traseira se ab