O silêncio daquela noite não trouxe respostas. Trouxe alerta.
Isabela não dormiu profundamente. Não por ansiedade, mas por instinto. Algo tinha mudado, e ela sabia reconhecer esse tipo de mudança. Não era o fim de um problema. Era o começo de outro.
Na manhã seguinte, o telefone já estava cheio, mas não como antes. Sem caos, sem acusações. Agora havia algo diferente: convites, propostas, reaproximações.
Henrique percebeu primeiro.
— Eles voltaram.
Isabela, ainda olhando a tela, respondeu:
— Não