O silêncio depois que a porta se fechou não durou. Virou ação.
Isabela não chorou. Não ficou parada. Não entrou em desespero. Porque, naquele momento, ela entendeu exatamente o que Victor queria: parar ela. E isso não ia acontecer.
O notebook já estava aberto. Os arquivos também. Mas, dessa vez, não era análise. Era ataque.
— Se você quer jogar assim… então a gente termina isso — murmurou.
O olhar dela estava diferente. Mais frio. Mais direto. Mais perigoso.
O telefone vibrou. Henrique. Ela ate