O apartamento estava em silêncio.
Mas não era o mesmo silêncio de antes.
Agora havia respiração.
Presença.
Calor.
Isabela encostou a porta lentamente depois que Henrique entrou. O som suave do fechamento pareceu marcar algo mais do que apenas o fim de um movimento.
Marcava o começo de outro.
Ela ainda estava parada ali quando ele se virou para ela.
Por um segundo, nenhum dos dois falou.
Como se estivessem absorvendo o que aquele momento realmente significava.
Sem distância.
Sem tela.
Sem interr