O dispositivo continuou vibrando na mão de Isabela.
Insistente.
Quase irritado.
Ela não olhou.
Não ainda.
Porque, se olhasse, estaria admitindo que eles ainda tinham controle sobre aquele momento. E aquele momento não pertencia ao jogo.
Pertencia a ela.
E a Henrique.
Ele continuava diante dela, sério, intenso, com uma firmeza que não parecia impulsiva. O tipo de firmeza que assustava justamente porque não vinha do orgulho. Vinha de algo mais profundo.
— Eles estão esperando você olhar — disse H