Marília, ao ouvir essas palavras, imediatamente balançou a cabeça e tentou explicar:
— Eu não sinto pena de você, sei que não foi culpa sua...
— Chega! Vá embora!
Antes que ela pudesse dizer algo, Cipriano puxou sua mão com força, levantando-a e arrastando-a para fora do quarto.
— Eu não sinto pena de você, Cipriano, eu...
Sem deixar que ela terminasse a frase, ele a empurrou para fora e bateu a porta com força.
...
Após voltar para o quarto, Cipriano se sentou, completamente derrotado. O toque