As cortinas do quarto estavam bem fechadas, impedindo qualquer entrada de luz.
Marília estava abraçada aos joelhos, com o rosto enterrado nos braços. Não sabia quanto tempo havia se passado, mas o celular tocou.
Ela pegou o celular e, ao ver o nome de Cipriano, seu coração deu um salto. Quase por reflexo, ela rejeitou a ligação.
Ao ver a notificação de chamada perdida na tela, as lágrimas começaram a cair ainda mais intensamente.
O celular tocou novamente.
Cipriano havia enviado uma mensagem no