Cipriano havia reservado uma sala privativa, com excelente privacidade.
Quando Marília chegou, ele ainda não estava lá.
Ela se sentou primeiro, colocando a bolsa ao lado.
O garçom trouxe-lhe alguns petiscos refinados.
Ela comia enquanto esperava que ele chegasse.
Após mais de uma hora de espera, o céu lá fora estava coberto por uma camada alaranjada, lembrando o tom das escamas de peixe.
A porta da sala só foi aberta então.
Cipriano entrou, pedindo desculpas:
— Você esperou muito, não é?
Marília