Leandro ficou parado na porta, sua figura alta e imponente imóvel, os olhos negros e profundos ligeiramente estreitados, fixos nela.
Por um instante, ele também ficou atordoado, encarando ela sem piscar.
Marília teve um apagão mental por três segundos. Quando finalmente reagiu, sentiu o sangue subir à cabeça. Instantaneamente, cruzou os braços sobre o peito num gesto defensivo e, completamente desnorteada, gritou:
— V-você... por que não bateu na porta?!
Leandro observou seu corpo nu sem