Voltar para Nova York depois de Santorini é como trocar um sonho por um aviso silencioso de que a realidade não esqueceu de mim. O corpo ainda está preso no fuso errado, a cabeça leve demais, como se eu tivesse ficado metade no mar grego e metade aqui, tentando acompanhar um relógio que não me pertence mais.
Assim que entro em casa, largo a bolsa no sofá e vou direto para o quarto. Joseph nem cogitou descansar, foi praticamente do aeroporto para o trabalho, o que, sinceramente, não me surpr