Saimos juntos do prédio, de mãos dadas. O caminho até o carro é acompanhado pelo vento frio que corta o rosto e me faz puxar o casaco mais para perto do corpo. Joseph abre a porta para mim, e eu entro ainda com aquela inquietação rodando dentro do peito, como se algo estivesse prestes a acontecer e eu não soubesse exatamente o quê.
— Você não precisava ir lá — ele diz, a voz baixa, mas firme. — Mas gostei de você ter ido.
Eu viro o rosto para ele, cruzando os braços, sustentando um olha