Mundo ficciónIniciar sesiónA MENSAGEM DE MAXWELL A DOMINICK
Em um local distante do barulho incessante dos alunos e das luzes ofuscantes da universidade, Maxwell Smith fechou a porta do seu gabinete com um suspiro que parecia carregar o peso de uma montanha sobre seus ombros.—:Ele permaneceu parado por alguns segundos, como se aguardasse que seu coração diminuísse o ritmo frenético e que a enxurrada de pensamentos que o atormentava se dissipar.O ambiente estava impregnado com o cheiro familiar de papel amarelado, tinta fresca e café velho — o aroma que, apesar de desgastado, ainda evocava memórias de inúmeras noites em que se dedicou a preparar aulas e a corrigir provas.— O silêncio que ali reinava era denso e carregado, quase palpável, como se as paredes estivessem se estreitando ao seu redor, escondendo segredos que apenas ele conhecia. Ele se dirigiu até a mesa, decorada com post-its coloridos e livros empilhados, abriu uma gaveta esquecida que não continha materi






