31. O DESPERTAR DE UM PESADELO
Deitados na cama confortável, Daphine e Caleb exploravam seus corpos de forma silenciosa, cada toque carregado de desejo e curiosidade. Não havia tempo para palavras, apenas a linguagem dos corpos que se comunicavam com urgência e paixão. Entre beijos profundos e carícias intensas, a ansiedade de descobrir cada centímetro da pele um do outro era palpável.
A competição pelo controle se tornou um jogo erótico, com Caleb tentando guiar os movimentos e Daphine respondendo com igual fervor. A cada t