Alita
Faz alguns dias desde a confusão na cerimônia. Ninguém fez nada a respeito da surra que meu irmão levou. Foi como se nada tivesse acontecido. Seria diferente se ele não tivesse comido a mulher do pai. Soube que ela sumiu. Deve estar jogada em alguma vala. Depois da vergonha que o fez passar, claro que não sairia ilesa. Confesso que não desejei mal a ela. Uma pena que ela buscou esse mal por sua conta e risco. As mulheres da família sabem que devem ser submissas e discretas ou aguentar as consequências. Ela quis me prejudicar por pura maldade e recebeu maldade em retorno.
Mas, vida que segue.
Nesse momento estou no papel de Alva, pronta para livrar o mundo de mais um lixo.
Tudo segue como o planejado. Até o momento em que estou arrancando minha lembrança, os brincos do patife. Nesse momento a porta do quarto dele se abre e a figura de Malrik toda de preto surge. Só pode ser coisa da minha imaginação. Não é possível que ele esteja mesmo aqui.
Pisco algumas vezes. A verdade se most