O sol começou a se pôr.
O céu ficou laranja, depois rosa, depois roxo. A praia estava vazia. Só nós dois.
Dominic ainda estava deitado ao meu lado, a mão dele na minha, a aliança brilhando no meu dedo.
Eu não cansava de olhar.
— Você vai ficar olhando para isso o dia inteiro? — ele perguntou, a voz preguiçosa.
— Vou.
— É bom saber que tenho concorrência.
— É uma aliança. Não é concorrência.
— É uma aliança da minha mãe. Ela sempre foi minha concorrência.
Eu ri. Ele também.
Ficamos em silêncio.