Stella Blake
Um mês. Trinta dias. A Sofia estava em casa há um mês. Eu ainda acordava de madrugada para verificar se ela estava no berço. Às vezes, sonhava que ela tinha sumido de novo, e acordava com o coração disparado, suando frio. Aí eu levantava, ia até o quarto, e via ela lá. Dormindo. Os punhos fechados. A respiração leve. E eu voltava para a cama.
O Dominic também acordava. Ele não dormia mais como antes. Qualquer barulho, qualquer choro, qualquer silêncio diferente, ele já estava de pé