O sol da manhã entrava pela janela da sala. Alana estava no tapete, desenhando flores com a Celeste. Meg tomava café no sofá, o celular na mão, os olhos vidrados na tela. Lewis tinha ido trabalhar. A Mônica estava na cozinha, lavando a louça do café. Tudo normal. Tudo calmo. Até que o celular de Dominic vibrou na mesa.
Ele olhou para a tela. A testa franziu. Franziu mais. Ficou branco.
— Quem é? — perguntei.
— Número desconhecido. Dois.
— Dois?
— Dois números. O mesmo DDD. Da Bahia.
Meu coração