O apartamento estava silencioso. Só o barulho dos lápis de cor riscando o papel. Alana deitada de bruços no tapete da sala, desenhando algo que parecia uma casa com muitas flores. Meg sentada ao meu lado no sofá, a mão no meu ombro, o olhar fixo no meu rosto.
— Você não pode ficar assim para sempre — ela disse baixo, para Alana não ouvir.
— Posso, sim. Tranco a porta. Não saio mais. Ele não entra.
— Ele vai entrar. Com mandado. Com polícia. Com ordem judicial.
— Então eu fujo de novo.
— Para on