— Vocês foram mandados pelo Leonardo? – perguntei, tentando ganhar tempo. – O que ele quer?
O homem no banco do passageiro riu.
— Renzo... digo, Dominic – corrigiu-se, com um tom de deboche –, você acha mesmo que aquele garoto patético pode fazer algo assim? Matar alguém?
Aquela voz... eu a conhecia. Conhecia de algum lugar, mas não conseguia lembrar onde. A cabeça ainda doía, e o medo turvava meus pensamentos.
— Por que querem nos matar? Se não é o Leonardo, quem é?! – gritei.
Ele riu novament