Elara e Mira me levaram por um corredor iluminado por chamas prateadas. Entramos em uma sala circular profunda, escavada na própria ala abaixo da matilha. As paredes eram de pedra negra, cobertas por símbolos dourados que brilhavam. No centro havia um altar circular de mármore branco com nove sulcos que pareciam caudas. Velas pretas e douradas queimavam ao redor. O ar cheirava a incenso forte, mirra e algo metálico, como sangue antigo.
— Deite-se no altar, Lina — disse Elara com voz calma. — Nã