Fiquei olhando para o teto de madeira escura, o peito subindo e descendo em espasmos violentos. O choro que começou como soluços controlados rapidamente se transformou em um pranto desesperado, gutural, quase animal. Meu corpo inteiro tremia. Puxei as cordas com toda a força que ainda tinha, sentindo a pele dos pulsos rasgar. O sangue quente escorreu pelos meus braços, pingando na cama.
— Me solta! ME SOLTA, SEU DESGRAÇADO! — gritei até a garganta arder, a voz rouca e quebrada. — EU TE ODEIO! E