Diana
Voltei pra casa com a mãe e a Carol no carro. A cidade inteira parecia um borrão de preocupação e a cada curva eu sentia a garganta apertar mais. Quando a gente entrou no portão da mansão, meus olhos já foram direto pros seguranças — precisava da segurança da casa redobrada, precisava de controle.
Parei o carro, abri a porta e desci com elas. O ar fresco da entrada não ajudou muito a acalmar meu peito. Encostei a bolsa no ombro, olhei firme pros dois rapazes que estavam na guarita e chame