Diana
A porta do carro bateu com um estalo abafado, abafando também o som dos grilos lá fora. A luz interna se apagou devagar, deixando tudo em meia penumbra. Só o barulho da nossa respiração preenchia o espaço apertado do banco de trás.
A pele do meu braço ainda queimava onde ele tinha encostado segundos antes. O cheiro do couro quente, misturado com o perfume amadeirado que grudava nele, fez meu estômago revirar. O bom tipo de revirada. Aquele que começa no meio das pernas e sobe até o pescoç