Mundo de ficçãoIniciar sessãoDepois de um longo tempo admirando aquele quadro Dimas segurando a arma com a mão direita e apontando para frente, passa pela porta entrando naquela sala. Seu rosto está serio, apreensivo. Enquanto segura bem forte a coronha da sua amada Magnum 357 cromada. Ele fita Torquato Bragança em sua cadeira e uma outra figura sombria ao lado esquerdo do velho.
- Desculpa velho matei alguns dos teus homens. – Disse Dimas sorrindo. – Mas não tive culpa, eles me atacaram! – Explicou-se aqu






