Arthur Strauss
— Por que está desperdiçando o seu tempo com um homem que não tem mais nada para oferecer? Você viu o que o Arnaldo disse. Acabou. O cirurgião genial morreu naquela estrada. O que sobrou aqui é um caso perdido. Eu não sou mais nada, Maya.
Abri os olhos e encarei-a na penumbra. Os olhos dela brilhavam refletindo a luz azulada do monitor cardíaco. Ela não desviou o olhar.
— Você acha mesmo que o que eu sinto por você — ou o que eu faço por você — tem a ver com o seu currículo, Art