As portas maciças do Palácio Imperial se abriram com um estrondo, e o som das botas de Magnus Grimwood ecoou pelos corredores de mármore. Seu semblante era frio, quase gelado, enquanto avançava pelo salão, cercado por seus homens de confiança da guarda pessoal. Os criados e guardas imperiais o observavam de longe, temendo cruzar seu caminho. O Grão-duque do Império, o único com tal título, não era um homem de quem se esperava calor ou empatia. Seus olhos vermelhos carmesins, tão afiados quanto