O salão da mansão Black não era mais apenas uma estrutura de pedra e vigas; ele pulsava como um organismo vivo, alimentado por uma energia bruta e primordial. O cheiro acre de pólvora fora substituído pelo aroma denso de carnes assadas e o carvalho do uísque envelhecido, mas a eletricidade da batalha ainda vibrava nas paredes, como um eco que se recusava a morrer. Os mercenários, imersos em um estado de êxtase guerreiro, entoavam canções antigas em dialetos eslavos. Suas vozes roucas falavam de